Princípios da economia comportamental e o marketing! http://www.forbes.com/sites/piyankajain/2013/03/01/5-behavioral-economics-principles-for-marketeers/#821f684f99c a
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A economia da felicidade Taynnara Rodrigues Alves dos Santos, estudante de graduação em economia pela UFV A economia é uma ciência de origem marcada pela exploração de instrumentos metodológicos de outras ciências (como a física, matemática e biologia), interagindo de forma interdisciplinar, além disso, o processo de aperfeiçoamento dessa ciência têm se caracterizado por uma tendência à incorporação de aspectos intangíveis (comportamento dos indivíduos), uma vez que toda análise econômica é baseada em agentes ou em seus agregados. Segundo Mankiw (2004), os economistas estudam como as pessoas tomam decisões. Nesse contexto surge a economia comportamental. A incorporação de aspectos comportamentais e emoções, questionando o conceito de racionalidade perfeita, é um dos pontos fortes da economia comportamental, pois aproxima os modelos da...
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Pobreza, Aversão ao Risco e Desconto Intertemporal Cinara Tatiana, estudante de ciências econômicas na UFV membro da liga de economia comportamental A pobreza e a psicologia estão intimamente ligadas pelo fato de que a primeira pode se auto reforçar por meio de canais psicológicos, ou seja, a própria pobreza cria comportamentos econômicos desfavoráveis que dificultam a saída do pobre dessa condição. Isso não significa que os pobres são responsáveis por estarem nessa situação, é o ambiente de privações, no qual ele está inserido, que gera mecanismos para reforçar a sua pobreza. Diante disso, surge o ciclo vicioso da pobreza, sendo a aversão ao risco e o desconto intertemporal dois fatores importantes nesse processo que retarda ou impede a saída do indivíduo da pobreza dependendo do grau de influência de tais fatores. As pessoas pobres são mais avessas ao risco do que pessoas ricas, e consequentemente, não realizam investimentos qu...
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Economia comportamental e saúde coletiva baseado no artigo Redesigning Employee Health Incentives — Lessons from Behavioral Economics (1) Amanda Botini,membro da LANP graduanda em ciências econômicas pela UFV Como se sabe na área de economia, há pouco conhecimento de economia comportamental frente a economia tradicional. Dado este fato, não é surpresa quando nos deparamos com algumas políticas que visam o uso da economia comportamental, mas deixam vários fatores importantes de lado. É o que acontece nessa política colocada em xeque pelo artigo. A política em questão trata de um projeto de lei (que visa ser universal) onde, ao dar incentivos financeiros aos trabalhadores, eles possam melhorar sua saúde. Basicamente, os idealizadores tinham a meta de modificar os planos de saúde empresariais, de modo que quão maior fossem as medidas não saudáveis (o ato de fumar, beber, não praticar esportes) dos empregados, mais eles teriam que pagar pelo plano. A...
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Entendendo a economia comportamental através da higiene Fonte: MIT News "Estudante de PHD, Reshmaan Hussam fez estudo sobre economia comportamental de Bangladesh na ótica do hábito de lavar as mãos. Desde a graduação Reshman sempre enxergou a economia além de um amontoado de números, para ela isso também era história, saúde e comportamento humano. Hoje, no quinto ano do seu pós doutorado no MIT, ela voltou esse olhar para entender o comportamento higiênico e sanitário dos países em desenvolvimento, na busca de políticas comportamentais e mudanças de comportamento. Economia atraiu a sua curiosidade no ensino médio, quando em um curso de verão expuseram a ela aos aspectos experimentais e comportamentais do campo; desde então ela manteve a sua empatia em modelar interações do comportamento humano econômico. Depois de ler “ A Ética Protestante e o Espírito Capitalista” de Weber , na universidade, Hussam embarcou em um projeto para entender como o senso religioso ...