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Trânsito, transporte público e atrasos: análise de problemas de mobilidade urbana sob uma nova perspectiva Victor Barcelos Ferreira Acadêmico da Universidade Federal de Viçosa Quanto tempo você gasta diariamente se deslocando em sua cidade? Como você se sente ao passar por uma experiência de dispender horas no trânsito? Estou seguro em afirmar que você preferiria passar por uma experiência dessa no seu carro próprio à dividir essa experiência com outros companheiros em um ônibus abarrotado, certo? Em uma sociedade onde ter tempo é fundamental para a qualidade de vida, passar horas do seu dia se deslocando daqui para acolá não é nada gratificante. Prova disso é que na maior cidade do país, a satisfação dos paulistanos com a mobilidade urbana tem uma média de 4,1 de um total de 10, segundo pesquisa realizada pela IRBEM, em 2014. Esse fenômeno não se restringe apenas à São Paulo. Segundo relatório do IBOPE em 2015, 24% da população - acima de 16 anos - gasta mais de ...
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Ensaio sobre a dívida Ítalo N Soares, estudante de Engenharia Elétrica membro da Liga Acadêmica Newton Paulo Bueno Thorstein Veblen foi um economista americano da virada do século XIX para o XX, que deixou como legado a importante expressão “consumo conspícuo”. Em seu livro mais famoso, A teoria da classe ociosa , ele sustentou que o consumo moderno estava se tornando um exercício vazio, no qual tudo com que as pessoas se importavam era ter o mesmo padrão de vida dos vizinhos. Os consumidores simplesmente estavam perdidos, argumentava Veblen. Embora as idéias de Veblen sobre o hábito de consumo conspícuo sejam bastante atuais, cabe notar que a obra do americano foi lançada em 1899, de forma que podemos tratar Veblen como um profeta de nossos tempos. Bem, na realidade, nem tanto. O nível de consumo conspícuo da sociedade atual atingiu níveis que Veblen sequer imaginaria possível. Vivemos agora, no termo preciso do filósofo Gilles Lipovestski, uma “er...
Princípios da economia comportamental e o marketing! http://www.forbes.com/sites/piyankajain/2013/03/01/5-behavioral-economics-principles-for-marketeers/#821f684f99c a
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A economia da felicidade Taynnara Rodrigues Alves dos Santos,  estudante de graduação em economia pela UFV             A economia é uma ciência de origem marcada pela exploração de instrumentos metodológicos de outras ciências (como a física, matemática e biologia), interagindo de forma interdisciplinar, além disso, o processo de aperfeiçoamento dessa ciência têm se caracterizado por uma tendência à incorporação de aspectos intangíveis (comportamento dos indivíduos), uma vez que toda análise econômica é baseada em agentes ou em seus agregados. Segundo Mankiw (2004), os economistas estudam como as pessoas tomam decisões.             Nesse contexto surge a economia comportamental. A incorporação de aspectos comportamentais e emoções, questionando o conceito de racionalidade perfeita, é um dos pontos fortes da economia comportamental, pois aproxima os modelos da...
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Texto sobre a combinação emocional carregada por conteúdos que se tornam virais na internet https://hbr.org/2016/05/research-the-link-between-feeling-in-control-and-viral-content
Pobreza, Aversão ao Risco e Desconto Intertemporal        Cinara Tatiana,  estudante de ciências econômicas na UFV  membro da liga de economia comportamental A pobreza e a psicologia estão intimamente ligadas pelo fato de que a primeira pode se auto reforçar por meio de canais psicológicos, ou seja, a própria pobreza cria comportamentos econômicos desfavoráveis que dificultam a saída do pobre dessa condição. Isso não significa que os pobres são responsáveis por estarem nessa situação, é o ambiente de privações, no qual ele está inserido, que gera mecanismos para reforçar a sua pobreza. Diante disso, surge o ciclo vicioso da pobreza, sendo a aversão ao risco e o desconto intertemporal dois fatores importantes nesse processo que retarda ou impede a saída do indivíduo da pobreza dependendo do grau de influência de tais fatores. As pessoas pobres são mais avessas ao risco do que pessoas ricas, e consequentemente, não realizam investimentos qu...
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Vídeo sobre a dor do pagamento (perda) de Dan Ariely https://www.youtube.com/watch?v=PCujWv7Mc8o